História da Vacina

Antes da vacina antivarílica existir, a única maneira de combater a varíola era a inoculação, que consistia em tomar material retirado de feridas de pacientes com uma varíola mais fraca. Mas essa técnica tinha vários inconvenientes: muitas vezes um paciente inoculado numa ocasião estivesse não ficava imunizado contra um surto posterior da doença e o material colhido de um paciente com a doença mais fraca podia causar em outro um quadro gravíssimo.
Em 1797, Edward Jenner, médico inglês, observou que algumas pessoas estavam imunes à varíola (smallpox). E essas pessoas eram moças que ordenhavam vacas. Jenner descobriu que essas moças tinham feridas nas mão e as vacas tinham feridas iguais nas tetas: estavam com uma versão mais branda da doença, a varicela, catapora ou varíola das vacas (cowpox). Então ele recolheu o líquido que escorria das feridas das vacas e passou-o sobre arranhões que ele fez sobre o braço de um menino inglês. O menino teve uma leve febre e lesões sem gravidade, recuperando-se em seguida. Depois Jenner repetiu o procedimento com o garoto, trocando apenas o líquido da varicela pelo líquido de feridas de um doente com varíola muito forte e o menino não apresentou nenhum sinal da doença.












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