Pessoas da Trópis
currículos,
informações, etc. |
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Alex é um
criador visual no papel e no micro, tem uma excelente
escrita de poesia e promete também na ficção. Foi um
dos "orelhistas"da 1.ª edição de O Dia em
que Túlio Descobriu a África (veja).
Tenha uma
amostra das experiências de Alex visitando o Aleksandros' Site, totalmente criado por
ele. Obs.: algumas apresentações animadas do site podem
não estar bem calibradas devido a limitações técnicas
no computador da Trópis!
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Anabela faz
parte do Grupo Submundo de
Teatro - atuando, criando e
ensaiando coreografias, propondo idéias e falas. É
também uma das '3 Anas' que fazem vocal no Provisório
Permanente. Leonina, com uma visão
crítica aguda porém bem humorada, Anabela é uma das
'mães' do conceito da Revista
ViEla.
Em 1998 atuou
ainda como multiplicadora nos cursos de Formação de
Jovens Empreendedores do convênio SEBRAE/UMES.
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Nascida
na Venezuela, Ana Estrella viveu sempre no Brasil:
Paraná, Botucatu, Teresópolis, São Paulo. Tem
fascinação por entender a política e sonha transformar
a educação. Começou ajudando a organizar Grêmio
Estudantil Prof.Paulo Donizeti, do qual é tesoureira.
Foi também multiplicadora
nos cursos de Formação de Jovens Empreendedores do
convênio SEBRAE/UMES.
Vem batalhando o
lado prático nas Doces torturas..., e no Provisório
Permanente é uma das '3 Anas' do
vocal.
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Atuando no Grupo Submundo
de Teatro, cantando no Provisório
Permanente com as '3 Anas', em duo
com Sarah Moura ou como solista de charme irresistível -
em todos os momentos da vida (até nos mais chuvosos!)
Ana Paula traz e espalha em torno de si o sol das praias
de Maceió.
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Cícero
veio do interior do Nordeste com um conhecimento
autodidata único das possibilidades do corpo e do
movimento. Dançou com o BailaMontes (dirigido por Cido
Cândido na Associação Comunitária Monte Azul), fez
workshops com Vera Sala, e logo estava no Tamanduá, o
grupo de butô criado por Takao Kusuno - o que já o
levou à mesa de jantar com Kazuo Ono, o grande mestre
mundial do butô.
Ao
menor som Cícero enxerga coreografias. Criou uma
performance com música de Salif Keita especialmente para
o lançamento da primeira edição de O Dia em que Túlio
descobriu a África, de Ralf Rickli. Tem realizado
trabalhos aqui e ali, porém ainda espera encontrar os
parceiros certos para o trabalho de absoluta seriedade a
que se propõe.
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Cíntia Nuspl
Oliveira
Guarapuava (PR)
25.03.83Do
interior do Paraná passando por Curitiba, Mato Grosso e
Alemanha, Cíntia pousou há pouco em São Paulo com uma
mala cheia de sonhos. E garra para lutar por eles. Entre
outras coisas, Cíntia ama o desenho e a computação,
começa a explorar a capoeira, teatro e dança na vizinha
Associação Monte Azul. Com certeza logo teremos aqui
mais sobre Cíntia e suas iniciativas na Trópis.
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 Abaixo, David em
foto no Folhateen (caderno jovem da Folha de S.Paulo) de
16.11.1998

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Embora jovem, o
palco como espaço de questionamento social não é
novidade para David: desde 97 esteve representando,
cantando e dançando na peça Ópera Pop,
do grupo Réquiem. Na escola foi
encontrado por outros colegas fascinados pela cena,
ligados à Trópis: Anabela
Gonçalves, Carla Lopes, que o
convidou para atuar em sua peça O Triângulo
com direção de Gil Marçal, etc. - grupo que, com
mais alguns amigos, terminou por conceber o Grupo Submundo
de Teatro.
Fazendo da criação e representação um exaustivo
exercício de consciência, David é um ótimo exemplo de
que, cada vez mais, "a periferia é o centro".
Em novembro de
98 participou do Encontro Nacional "Vem Ser
Cidadão", sobre protagonismo juvenil, em
Faxinal do Céu, PR.
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Com
grande experiência de vida, inclusive na arte de
enfrentar amarguras, a Free vem adoçando
a vida da OCA e da Trópis
com suas Doces torturas... Põe todo mundo
em movimento com sua vitalidade cheia de alegria e ao
mesmo tempo de desafiadora profundidade espiritual.
Elfride é mãe de um casal, e tem grande interesse em
vir a trabalhar com a recuperação de dependentes de
drogas (tem planos de preparar-se melhor para isso,
possivelmente na Holanda).
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Oficialmente
Gilson Donisete Marçal, Gil passou por
todo tipo de vivências artísticas na infância na
Associação Comunitária Monte Azul, e na juventude com
diversos professores (teatro para educadores com Ana
Thomaz, dramaturgia com Reinaldo Maia, dança com Cido
Cândido e Vera Sala, piano e conhecimentos gerais com
R.Rickli na OCA, entre outros).
Em 96 publicou,
com Reinaldo Nascimento e Vanusa Coutinho, o caderno de
poesia Questão
de Espaço (veja amostras), e em 97 foi finalista
no Concurso de Poesia das Bibliotecas Públicas de SP.
Fez cursos de
habilidades de escritório na Fundação C&A, e de
Produção Cultural com Sônia Kavantan. Em 98 atuou como
instrutor nos cursos de Formação de Jovens
Empreendedores do convênio SEBRAE/UMES, e participou do
Encontro Nacional "Vem Ser Cidadão" em Faxinal
do Céu (PR).
Gil vem
participando há anos da concepção e construção da Trópis,
e é o responsável oficial pela apresentação do Projeto Túlio. Junto com Anabela
Gonçalves e outros jovens desenvolveu o conceito da Revista ViEla. Seus sonhos futuros
incluem a criação de um cursinho diferenciado, não
massificante, para jovens da periferia, e cursar
Psicologia.
No Provisório
Permanente tem feito piano, teclado
e guitarra base, além de surpreendentes vocais de rap.
Atualmente faz também a direção teatral do grupo Réquiem
e do Grupo Submundo de
Teatro.
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Gunnar Vargas
Chacao (Grande
Caracas), 01.12.81
Nascido
na Venezuela, Gunnar Natanael Rickli Vargas morou no
Paraná, Botucatu e Teresópolis. Em SP há alguns anos,
dedica toda sua garra ao violão e à guitarra (que
estudou primeiro sozinho, agora na ULM). Além de dar
aulas e dedicar-se aos arranjos, toca guitarra, violão e
baixo em diversas formações de bandas, especialmente no
Provisório
Permanente.
Para o Grupo Submundo
de Teatro, criou a música
original da peça Esquina Brasil.
Em 98
atuou como instrutor
nos cursos de Formação de Jovens Empreendedores do
convênio SEBRAE/UMES, foi eleito primeiro
presidente do Grêmio Estudantil Prof.Paulo Donizeti, e
vem também enfrentando com as Doces torturas... a vida
prática.
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| foto em breve |
Jeílton
é especialista em contradizer o velho preconceito
brasileiro de que cultura não combina com trabalho
pesado. De uma tarde como encarregado de obra para uma
noite no teatro... de uma reforma de apartamento para uma
exposição de arte... Muitas vezes dando nó em pingo
d'água, lutando contra discriminações e pelos direitos
humanos no Grupo Amor Ygual, ajudando pessoas com
incrível generosidade, Jê vai construindo seu caminho
de vida muito pessoal e especial.
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Ralf tem
atuado na educação extra-escolar de jovens e adultos
desde 1976.
Com uma
formação ampla pouco convencional, aprofundada embora
em parte auto-didata, conhecimento de 5 línguas e 16
países, prefere compartilhar conhecimentos e
experiências com jovens a qualquer outro tipo de
trabalho.
Depois
da infância numa região de natureza bela, mas isolada e
violenta, estudou música em Curitiba, e a ensinou
(piano, regência coral, teoria e história). Nessa
época leu muito sobre lingüística e filosofia (sobre o
quê trocava cartas de 40 páginas com o hoje escritor
Zé do Rock, autor de O Erói sem Nenhum Agá,
Editora L&PM).
Interessado
nas idéias alternativas e da 'contra-cultura' partiu
para a Inglaterra estudar agricultura ecológica em uma
instituição antroposófica (Emerson College, 79-81.
Encontrou aí, com surpresa, um nível de aprofundamento
nem sempre visto nos doutorados das nossas melhores
universidades).
De 82 a
85 provou a vida de administrador de sítio, de operário
em fábrica de pianos e de redator de publicidade
(Prêmio Colunistas do Paraná 85). Esteve envolvido com
os grupos literários Língua-Viva (SP) e Encontrovérsia
(Curitiba), participando de publicações, shows de
poesia falada etc. (Prêmio
da Revista Escrita, nov.81 - confira!)
Co-fundador
(em 82) do Instituto Biodinâmico (Botucatu), editou seu
Boletim de 86 a 90, sendo um dos pioneiros na
divulgação da agricultura orgânica no Brasil.
Sempre
atraído por "temas pioneiros", a partir de um
período na Alemanha (90-91) passou a estudar
especialmente a Identidade Cultural Brasileira, bem como
a Teoria da Origem Africana da Civilização e suas
implicações para o Brasil.
Deu
palestras e cursos em pelo menos 25 cidades de oito
Estados brasileiros, bem como na Venezuela e Europa.
Interessado em sistematizar e retransmitir sua
experiência de ensino, estuda atualmente na Faculdade de
Educação da USP.
Ralf
vive em São Paulo desde 91, envolvido desde 93 na educação convivial
com
jovens da Periferia Sul. Tem um casal de filhos com
Consuelo Vargas, venezuelana hoje vivendo em
Teresópolis, criadora da ABESRAN (futuro link), os quais
vivem hoje em S.Paulo, envolvidos com todas as atividades
da Trópis.
A mais
clara referência ao espírito de trabalho de Ralf foi
feita pela professora americana Judith Hurley, em carta
que você pode consultar (em inglês): REFERÊNCIA
Os trabalhos publicados incluem:
- poesia:
Pra Fora, 1981
Limo a Leme Nenhum (coletânea), 1985
- ensaios:
Os Preparados Biodinâmicos, 1985
Anthroposophie und Rassismus
(bilíngüe português-alemão),1991
Três Raízes, Dez Mil Flores
contribuições
para uma abordagem histórico-esotérica
da cultura do Brasil e das
Américas,1993
- ficção
histórica:
O Dia
em que Túlio Descobriu a África, escrito
em 1994
- na
mídia:
numerosos ensaios, artigos e poemas
em
jornais e revistas - e agora na
Internet
- trabalhos
inéditos:
diversos volumes de poesia, ensaios e ficção
para crianças, jovens e adultos
>
A história inédita A Cidade no Topo do
Mundo está sendo utilizada pelo Grupo
Submundo de Teatro no 2.° ato
de sua peça Esquina Brasil <
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Janis Joplin,
blues e rock são paixão antiga de Sarah, que cantando
em casa, por mero gosto, chegou a uma intensidade de
interpretação arrepiante. Aí foi juntar-se
naturalmente ao pessoal do Provisório Permanente, onde vem fazendo vocal
solo. Com o Grupo Submundo de
Teatro
foi experimentar a cena, e descobriu que estava esperando
por isso há tempo: é difícil acreditar que Sarah não
nasceu no palco! Com uma velocidade impressionante, Sarah
vem conquistando ouvidos e corações de um público cada
vez maior.
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Grupo & Projetos
da Trópis
ou de algum modo
ligados a ela |
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Ensaio do Grupo
Submundo de Teatro no espaço do Centro Cultural
Monte Azul,
em foto publicada na Revista E, do SESC
de São Paulo, nov. 98. No palco, Rogério Sousa.
Reunindo jovens
da Periferia Sul paulista, o Submundo tem tudo para ser uma
voz nova e marcante no teatro amador paulista e do
Brasil, com forte marca dos anos noventa.
- Respeito
por si mesmo: a possibilidade de fazer o que se gosta e
se acredita
- A atual escassez de grupos teatrais jovens
independentes
- A falta de acesso dos jovens periféricos a
escolas de teatro
= essas foram algumas das razões que motivaram o
surgimento do Submundo, que sonha vir a ser uma
tal escola, acessível a novos jovens.
A peça Esquina Brasil busca desnudar o momento
e a geração dos próprios atores (quem sabe como a
antológica Trate-me Leão, do 'Asdrúbal', nos
anos 70?).
A palavra-chave é busca: uma geração
que sabe que busca, mas não sabe o quê;
sabe que está em luta com alguém, mas não sabe com
quem, nem quais são as regras da luta. A peça pergunta
pela organização e consciência nas manifestações
políticas e populares, constatando que não há
transformação exterior possível sem transformação
interior, ou no estado de consciência.
"Tentar mostrar a busca levou os próprios
integrantes à busca; mexeu com nossas vidas" -
diz o diretor.
A peça em 3
atos, com pré-estréia em novembro de 98, é criação
coletiva dos jovens (12-19 anos, inclusive o diretor).
Houve colaboradores mais velhos convidados, porém sem
qualquer intervenção na criação. - Os componentes do
grupo são:
(Os nomes em itálico são links para fichas
biográficas)
Anabela
Gonçalves (também
assistente de direção)
Ana Paula
da Paz
Carla Lopes (também
administração)
David
Alves (também
administração)
Carlos
Roberto
Gil
Marçal (direção)
Juliana Carla da Paz
Paulo Rogério de Oliveira
Rogério Sousa (também expressão
corporal)
Sarah Moura (também assistente
de direção)
Sheila Silva Cruz (também
produção)
Colaboradores
convidados:
Gunnar
Vargas (música)
Ademir Feliciano
(luz)
Cido Cândido
(preparo
corporal,oficinas)
Ralf
Rickli (locução e uma história)
Selma Saraiva
(cenário)
Ully Costa
(oficinas
de voz)
Informações
atualizadas sobre o Submundo e a peça Esquina
Brasil
no seu próprio site. Visite: http://tropis.org/submundo
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Surgida do
interesse comum em música popular entre jovens
freqüentadores da OCA, o Provisório
Permanente trabalha com um repertório
"antropofágico" que inclui MPB, rock
brasileiro e "clássico", bossa, blues, rap
etc., na busca permanente de sua própria voz. Vem
despertando crescente interesse ao se apresentar em
alguns bares da Zona Sul e em eventos do Centro Cultural
Monte Azul, de Moto Clubes, da Secretaria Municipal de
Cultura etc., seja na formação completa ou em grupos
menores.
A direção
musical é de Gunnar Vargas (aluno de Marco Prado
e Eder Sandoli violão, guitarra, baixo, vocais e
arranjos), contando com Ana Paula da Paz, Anabela
Gonçalves e Ana Estrella Libertad (vocais), Ulisses
Alves (guitarra, violão e baixo), Gil Marçal
(piano, teclado, vocal), Mi de Lima (bateria)
já tendo contado também com Sarah Moura
(vocais), Sânio Gomes (violão e baixo), Marly
Lana (baixo e percussão) e Jandir Paixão
(percussão e bateria).
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OCA - Oficina
de Conhecimento & Artes
Este nome
designa as atividades educacionais, regulares e
eventuais, abertas a jovens economicamente
prejudicados na sua busca de conhecimento, que
acontecem desde março de 1993 por
iniciativa do prof. Ralf Rickli, até agora em
sua própria residência.
Se esse fato
tem implicado em algumas limitações, como a de
espaço, por outro lado viabiliza a característica
central da proposta, que é a Educação
Convivial: educação pelo
convívio e para o convívio com certa
semelhança com as academias filosóficas da
antigüidade.
Uma forte
razão para isso é a busca do entrelaçamento
do conhecimento com a vida cotidiana. Outra
é que a verdadeira abertura do jovem ao aprender só
se dá quando ele reconhece no orientador um compromisso
de vida. É importante que o jovem
efetivamente envolvido saiba que, se for preciso,
encontra abrigo nesse espaço em qualquer das 24
horas por dia, 7 dias por semana.
(Não
se trata de retórica: não é incomum jovens
buscarem apoio devido ao alcoolismo ou violência dos
pais, ou momentos de tensão pessoal; num caso
extremo, um deles teve dois irmãos assassinados e
passou semanas na casa até recobrar a segurança
psicológica).
O trabalho
foi dirigido sobretudo a jovens com necessidade de atenção
personalizada, às vezes em razão de
dificuldades pessoais ou de aprendizado, mas com
freqüência em razão de talentos notáveis.
Não foi,
assim, um trabalho de massa ou quantitativo, e sim
qualitativo, visando a preparar multiplicadores
- objetivo que vem se cumprindo, já que todos
os jovens na liderança dos diversos grupos e
projetos aqui mencionados passaram pela OCA.
Foram
colocados à disposição desses jovens recursos
físicos como
- biblioteca
e fonoteca substanciosas
- computador
com scanner e acesso à Internet
- instrumentos
musicais
(violão, piano, guitarra, bateria, flautas
doces
alguns trazidos pelos jovens mesmos)
- algum
equipamento fotográfico
- cozinha
- espaço
para reuniões e ensaios
Aulas
regulares ou eventuais, usando sempre um processo
maiêutico de indução à reflexão autônoma,
incluíram temas de História, de
Língua Portuguesa e Literatura (especialmente
leitura/interpretação e redação), de Filosofia,
Inglês, Técnica Vocal e Corporal, Piano/teclado,
Violão, Informática, acompanhamento
psicopedagógico, excursões a exposições,
espetáculos de música, dança e teatro bem como a
ambientes naturais etc. Quando indicado e possível,
foi também dado apoio para a realização de cursos
fora da OCA.
O ponto
decisivo de tal processo educativo não são porém
as aulas, e sim a educação geral pelo convívio.
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Projeto de uma revista
para jovens feita por jovens, a ser lançada
através da Trópis edições. Teve como precursor
o jornal informal (ou zine, se preferirem) Sedentos
por Vida.
A revista já
conta com razoável material em termos de textos,
ilustrações, fotos etc. Seus planos caminham na
direção da autossuficiência econômica, dependendo
porém de patrocínio para os números iniciais. Nos
últimos meses o projeto foi provisoriamente paralisado
por exigência dos outros projetos, especialmente o Esquina
Brasil, o Projeto Túlio e o Infraestrutura
Trópis. A realização destes, sobretudo o último,
criará condições para a retomada do projeto da Revista
ViEla.
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um espaço
independente para a reflexão séria sobre o amor entre
pessoas de sexo igual em suas relações com a religião,
a educação, os direitos humanos, etc., com apoio da
Trópis.
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Iniciativa
de produção e venda de doces (bombons, bolos etc.)
realizada por Elfride Maria Nuspl
Rickli com adolescentes
freqüentadores da OCA, como auxílio no angariar
recursos para a continuidade das atividades.
Peça
mais informações pelo fone (011) 5851-1158
ou e-mail docestorturas@tropis.org
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Trópis ediçõesO nome Trópis
é usado aqui por acordo com a ONG pela micro-empresa
individual
Ralf Rickli Edições M.E.: I.E.
115.396.652.116 ME, CGC 02.344.221/0001-02. Adotou-se a
forma de empresa privada por ser a mais adequada à
prática no momento, porém se trata na verdade de
"terceiro setor", pois o lucro não é visto
como um fim, mas como um meio para fins sociais.
O livro
O Dia em que Túlio descobriu a África,
que já teve uma edição-piloto pela Trópis,
tem agora um projeto aprovado pela Lei Rouanet para uma
edição de grande tiragem com eventos culturais em dez
capitais. O projeto exposto em detalhe nas páginas que
você acessa por este link: Projeto Túlio
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