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Quem somos?...

Esta página está parcialmente atualizada, parcialmente em 1998... Pedimos desculpas e paciência...
(e não deixe de visitar mesmo assim, pois com certeza vale a pena!)
Veja aqui uma lista de pessoas, grupos e serviços integrados à Trópis
ou de algum modo vinculados a ela
(OBS.: esta página aguarda atualização. No momento reflete a Trópis em 1998)

Pessoas:
esta lista não esgota os participantes

Grupos & projetos:

Serviços:

É intenção da Trópis vender serviços para aplicar os resultados em objetivos sociais. Estamos apenas começando - mas você já pode nos consultar sobre

*digitação e editoração   *tradução (5 idiomas)   *aulas de idiomas
*bombons e bolos!   *aulas de violão & guitarra
*reformas e empreitadas diferenciadas *em breve: aulas de corpo  

Obs.: pelas normas do servidor esta não é uma página comercial. Por isso, embora nossos objetivos sejam sociais, somente mencionamos os serviços acima. Você obtém maiores informações pelo nosso e-mail ou fone (011) 5851-1158.

 

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Projeto Túlio
   
Pessoas da Trópis
currículos, informações, etc.

Alexandre Vaz
SP 03.02.84

Alex é um criador visual no papel e no micro, tem uma excelente escrita de poesia e promete também na ficção. Foi um dos "orelhistas"da 1.ª edição de O Dia em que Túlio Descobriu a África (veja).

Tenha uma amostra das experiências de Alex visitando o Aleksandros' Site, totalmente criado por ele. Obs.: algumas apresentações animadas do site podem não estar bem calibradas devido a limitações técnicas no computador da Trópis!

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Anabela Gonçalves
SP 30.07.81

Anabela faz parte do Grupo Submundo de Teatro - atuando, criando e ensaiando coreografias, propondo idéias e falas. É também uma das '3 Anas' que fazem vocal no Provisório Permanente. Leonina, com uma visão crítica aguda porém bem humorada, Anabela é uma das 'mães' do conceito da Revista ViEla.

Em 1998 atuou ainda como multiplicadora nos cursos de Formação de Jovens Empreendedores do convênio SEBRAE/UMES.

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Ana Estrella Libertad R.V.
Los Teques, 27.12.83

Nascida na Venezuela, Ana Estrella viveu sempre no Brasil: Paraná, Botucatu, Teresópolis, São Paulo. Tem fascinação por entender a política e sonha transformar a educação. Começou ajudando a organizar Grêmio Estudantil Prof.Paulo Donizeti, do qual é tesoureira. Foi também multiplicadora nos cursos de Formação de Jovens Empreendedores do convênio SEBRAE/UMES.

Vem batalhando o lado prático nas Doces torturas..., e no Provisório Permanente é uma das '3 Anas' do vocal.

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Ana Paula da Paz
Maceió, 09.07.82

Atuando no Grupo Submundo de Teatro, cantando no Provisório Permanente com as '3 Anas', em duo com Sarah Moura ou como solista de charme irresistível - em todos os momentos da vida (até nos mais chuvosos!) Ana Paula traz e espalha em torno de si o sol das praias de Maceió.

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Cícero Mendes
Uiraúna (PB), 14.05.77

Cícero veio do interior do Nordeste com um conhecimento autodidata único das possibilidades do corpo e do movimento. Dançou com o BailaMontes (dirigido por Cido Cândido na Associação Comunitária Monte Azul), fez workshops com Vera Sala, e logo estava no Tamanduá, o grupo de butô criado por Takao Kusuno - o que já o levou à mesa de jantar com Kazuo Ono, o grande mestre mundial do butô.

Ao menor som Cícero enxerga coreografias. Criou uma performance com música de Salif Keita especialmente para o lançamento da primeira edição de O Dia em que Túlio descobriu a África, de Ralf Rickli. Tem realizado trabalhos aqui e ali, porém ainda espera encontrar os parceiros certos para o trabalho de absoluta seriedade a que se propõe.

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Cíntia Nuspl Oliveira
Guarapuava (PR) 25.03.83

Do interior do Paraná passando por Curitiba, Mato Grosso e Alemanha, Cíntia pousou há pouco em São Paulo com uma mala cheia de sonhos. E garra para lutar por eles. Entre outras coisas, Cíntia ama o desenho e a computação, começa a explorar a capoeira, teatro e dança na vizinha Associação Monte Azul. Com certeza logo teremos aqui mais sobre Cíntia e suas iniciativas na Trópis.

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Abaixo, David em foto no Folhateen (caderno jovem da Folha de S.Paulo) de 16.11.1998

David Alves
SP 14.12.82

Embora jovem, o palco como espaço de questionamento social não é novidade para David: desde 97 esteve representando, cantando e dançando na peça Ópera Pop, do grupo Réquiem. Na escola foi encontrado por outros colegas fascinados pela cena, ligados à Trópis: Anabela Gonçalves, Carla Lopes, que o convidou para atuar em sua peça O Triângulo com direção de Gil Marçal, etc. - grupo que, com mais alguns amigos, terminou por conceber o Grupo Submundo de Teatro. Fazendo da criação e representação um exaustivo exercício de consciência, David é um ótimo exemplo de que, cada vez mais, "a periferia é o centro".

Em novembro de 98 participou do Encontro Nacional "Vem Ser Cidadão", sobre protagonismo juvenil, em Faxinal do Céu, PR.

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Elfride Nuspl Rickli
Guarapuava (PR) 14.07.64

Com grande experiência de vida, inclusive na arte de enfrentar amarguras, a Free  vem adoçando a vida da OCA e da Trópis com suas Doces torturas... Põe todo mundo em movimento com sua vitalidade cheia de alegria e ao mesmo tempo de desafiadora profundidade espiritual. Elfride é mãe de um casal, e tem grande interesse em vir a trabalhar com a recuperação de dependentes de drogas (tem planos de preparar-se melhor para isso, possivelmente na Holanda).

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Gil Marçal
SP 16.06.79

Oficialmente Gilson Donisete Marçal, Gil passou por todo tipo de vivências artísticas na infância na Associação Comunitária Monte Azul, e na juventude com diversos professores (teatro para educadores com Ana Thomaz, dramaturgia com Reinaldo Maia, dança com Cido Cândido e Vera Sala, piano e conhecimentos gerais com R.Rickli na OCA, entre outros).

Em 96 publicou, com Reinaldo Nascimento e Vanusa Coutinho, o caderno de poesia Questão de Espaço (veja amostras), e em 97 foi finalista no Concurso de Poesia das Bibliotecas Públicas de SP.

Fez cursos de habilidades de escritório na Fundação C&A, e de Produção Cultural com Sônia Kavantan. Em 98 atuou como instrutor nos cursos de Formação de Jovens Empreendedores do convênio SEBRAE/UMES, e participou do Encontro Nacional "Vem Ser Cidadão" em Faxinal do Céu (PR).

Gil vem participando há anos da concepção e construção da Trópis, e é o responsável oficial pela apresentação do Projeto Túlio. Junto com Anabela Gonçalves e outros jovens desenvolveu o conceito da Revista ViEla. Seus sonhos futuros incluem a criação de um cursinho diferenciado, não massificante, para jovens da periferia, e cursar Psicologia.

No Provisório Permanente tem feito piano, teclado e guitarra base, além de surpreendentes vocais de rap. Atualmente faz também a direção teatral do grupo Réquiem e do Grupo Submundo de Teatro.

Gunnar Vargas
Chacao (Grande Caracas), 01.12.81

Nascido na Venezuela, Gunnar Natanael Rickli Vargas morou no Paraná, Botucatu e Teresópolis. Em SP há alguns anos, dedica toda sua garra ao violão e à guitarra (que estudou primeiro sozinho, agora na ULM). Além de dar aulas e dedicar-se aos arranjos, toca guitarra, violão e baixo em diversas formações de bandas, especialmente no Provisório Permanente.

Para o Grupo Submundo de Teatro, criou a música original da peça Esquina Brasil.

Em 98 atuou como instrutor nos cursos de Formação de Jovens Empreendedores do convênio SEBRAE/UMES, foi eleito primeiro presidente do Grêmio Estudantil Prof.Paulo Donizeti, e vem também enfrentando com as Doces torturas... a vida prática.

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foto em breve

Jeílton Sousa Pereira
Araci (BA), 06.10.76

Jeílton é especialista em contradizer o velho preconceito brasileiro de que cultura não combina com trabalho pesado. De uma tarde como encarregado de obra para uma noite no teatro... de uma reforma de apartamento para uma exposição de arte... Muitas vezes dando nó em pingo d'água, lutando contra discriminações e pelos direitos humanos no Grupo Amor Ygual, ajudando pessoas com incrível generosidade, Jê vai construindo seu caminho de vida muito pessoal e especial.

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Ralf Rickli 
Curitiba, 15.04.57

Ralf tem atuado na educação extra-escolar de jovens e adultos
desde 1976.

Com uma formação ampla pouco convencional, aprofundada embora em parte auto-didata, conhecimento de 5 línguas e 16 países, prefere compartilhar conhecimentos e experiências com jovens a qualquer outro tipo de trabalho.

Depois da infância numa região de natureza bela, mas isolada e violenta, estudou música em Curitiba, e a ensinou (piano, regência coral, teoria e história). Nessa época leu muito sobre lingüística e filosofia (sobre o quê trocava cartas de 40 páginas com o hoje escritor Zé do Rock, autor de O Erói sem Nenhum Agá, Editora L&PM).

Interessado nas idéias alternativas e da 'contra-cultura' partiu para a Inglaterra estudar agricultura ecológica em uma instituição antroposófica (Emerson College, 79-81. Encontrou aí, com surpresa, um nível de aprofundamento nem sempre visto nos doutorados das nossas melhores universidades).

De 82 a 85 provou a vida de administrador de sítio, de operário em fábrica de pianos e de redator de publicidade (Prêmio Colunistas do Paraná 85). Esteve envolvido com os grupos literários Língua-Viva (SP) e Encontrovérsia (Curitiba), participando de publicações, shows de poesia falada etc. (Prêmio da Revista Escrita, nov.81 - confira!)

Co-fundador (em 82) do Instituto Biodinâmico (Botucatu), editou seu Boletim de 86 a 90, sendo um dos pioneiros na divulgação da agricultura orgânica no Brasil.

Sempre atraído por "temas pioneiros", a partir de um período na Alemanha (90-91) passou a estudar especialmente a Identidade Cultural Brasileira, bem como a Teoria da Origem Africana da Civilização e suas implicações para o Brasil.

Deu palestras e cursos em pelo menos 25 cidades de oito Estados brasileiros, bem como na Venezuela e Europa. Interessado em sistematizar e retransmitir sua experiência de ensino, estuda atualmente na Faculdade de Educação da USP.

Ralf vive em São Paulo desde 91, envolvido desde 93 na educação convivial com jovens da Periferia Sul. Tem um casal de filhos com Consuelo Vargas, venezuelana hoje vivendo em Teresópolis, criadora da ABESRAN (futuro link), os quais vivem hoje em S.Paulo, envolvidos com todas as atividades da Trópis.

A mais clara referência ao espírito de trabalho de Ralf foi feita pela professora americana Judith Hurley, em carta que você pode consultar (em inglês): REFERÊNCIA

Os trabalhos publicados incluem:

  • poesia:
    Pra Fora
    ,
    1981
    Limo a Leme Nenhum
    (coletânea),
    1985
  • ensaios:
    Os Preparados Biodinâmicos
    ,
    1985
    Anthroposophie und Rassismus

       (bilíngüe português-alemão),1991

    Três Raízes, Dez Mil Flores
       contribuições para uma abordagem histórico-esotérica
       da cultura do Brasil e das Américas,
    1993
  • ficção histórica:
    O Dia em que Túlio Descobriu a África, escrito em 1994
  • na mídia:
    numerosos ensaios, artigos e poemas
       em jornais e revistas - e agora na Internet
  • trabalhos inéditos:
    diversos volumes de poesia, ensaios e ficção
    para crianças, jovens e adultos

> A história inédita A Cidade no Topo do Mundo está sendo utilizada pelo Grupo Submundo de Teatro no 2.° ato de sua peça Esquina Brasil <

Sarah Moura
SP 18.11.81

Janis Joplin, blues e rock são paixão antiga de Sarah, que cantando em casa, por mero gosto, chegou a uma intensidade de interpretação arrepiante. Aí foi juntar-se naturalmente ao pessoal do Provisório Permanente, onde vem fazendo vocal solo. Com o Grupo Submundo de Teatro foi experimentar a cena, e descobriu que estava esperando por isso há tempo: é difícil acreditar que Sarah não nasceu no palco! Com uma velocidade impressionante, Sarah vem conquistando ouvidos e corações de um público cada vez maior.

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Grupo & Projetos da Trópis
ou de algum modo ligados a ela

Grupo Submundo de Teatro
Peça Esquina Brasil


Ensaio do Grupo Submundo de Teatro no espaço do Centro Cultural Monte Azul,
em foto publicada na Revista E, do SESC de São Paulo, nov. 98. No palco, Rogério Sousa.

>>> A PERIFERIA É O CENTRO ! <<<

Reunindo jovens da Periferia Sul paulista, o Submundo tem tudo para ser uma voz nova e marcante no teatro amador paulista e do Brasil, com forte marca dos anos noventa.

- Respeito por si mesmo: a possibilidade de fazer o que se gosta e se acredita
- A atual escassez de grupos teatrais jovens independentes
- A falta de acesso dos jovens periféricos a escolas de teatro
= essas foram algumas das razões que motivaram o surgimento do
Submundo, que sonha vir a ser uma tal escola, acessível a novos jovens.

A peça Esquina Brasil busca desnudar o momento e a geração dos próprios atores (quem sabe como a antológica Trate-me Leão, do 'Asdrúbal', nos anos 70?).
A palavra-chave é busca: uma geração que sabe que busca, mas não sabe o quê; sabe que está em luta com alguém, mas não sabe com quem, nem quais são as regras da luta. A peça pergunta pela organização e consciência nas manifestações políticas e populares, constatando que não há transformação exterior possível sem transformação interior, ou no estado de consciência.  "Tentar mostrar a busca levou os próprios integrantes à busca; mexeu com nossas vidas" - diz o diretor.

A peça em 3 atos, com pré-estréia em novembro de 98, é criação coletiva dos jovens (12-19 anos, inclusive o diretor). Houve colaboradores mais velhos convidados, porém sem qualquer intervenção na criação. - Os componentes do grupo são:
(Os nomes em itálico são links para fichas biográficas)

Anabela Gonçalves (também assistente de direção)
Ana Paula da Paz
Carla Lopes
(também administração)
David Alves (também administração)
Carlos Roberto
Gil Marçal  (direção)
Juliana Carla da Paz
Paulo Rogério de Oliveira
Rogério Sousa
(também expressão corporal)
Sarah Moura
(também assistente de direção)
Sheila Silva Cruz
(também produção)

Colaboradores convidados:
     
Gunnar Vargas (música)
     Ademir Feliciano
(luz)
     Cido Cândido
(preparo corporal,oficinas)
     Ralf Rickli (locução e uma história)
     Selma Saraiva
(cenário)
     Ully Costa
(oficinas de voz)

Informações atualizadas sobre o Submundo e a peça Esquina Brasil  
no seu próprio site. Visite:
http://tropis.org/submundo

Banda Provisório Permanente

Surgida do interesse comum em música popular entre jovens freqüentadores da OCA, o Provisório Permanente trabalha com um repertório "antropofágico" que inclui MPB, rock brasileiro e "clássico", bossa, blues, rap etc., na busca permanente de sua própria voz. Vem despertando crescente interesse ao se apresentar em alguns bares da Zona Sul e em eventos do Centro Cultural Monte Azul, de Moto Clubes, da Secretaria Municipal de Cultura etc., seja na formação completa ou em grupos menores.

A direção musical é de Gunnar Vargas (aluno de Marco Prado e Eder Sandoli – violão, guitarra, baixo, vocais e arranjos), contando com Ana Paula da Paz, Anabela Gonçalves e Ana Estrella Libertad (vocais), Ulisses Alves (guitarra, violão e baixo), Gil Marçal (piano, teclado, vocal), Mi de Lima (bateria) – já tendo contado também com Sarah Moura (vocais), Sânio Gomes (violão e baixo), Marly Lana (baixo e percussão) e Jandir Paixão (percussão e bateria).

>>> A PERIFERIA É O CENTRO ! <<<

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OCA - Oficina de Conhecimento & Artes

Este nome designa as atividades educacionais, regulares e eventuais, abertas a jovens economicamente prejudicados na sua busca de conhecimento, que acontecem desde março de 1993 por iniciativa do prof. Ralf Rickli, até agora em sua própria residência.

Se esse fato tem implicado em algumas limitações, como a de espaço, por outro lado viabiliza a característica central da proposta, que é a Educação Convivial: educação pelo convívio e para o convívio – com certa semelhança com as academias filosóficas da antigüidade.

Uma forte razão para isso é a busca do entrelaçamento do conhecimento com a vida cotidiana. Outra é que a verdadeira abertura do jovem ao aprender só se dá quando ele reconhece no orientador um compromisso de vida. É importante que o jovem efetivamente envolvido saiba que, se for preciso, encontra abrigo nesse espaço em qualquer das 24 horas por dia, 7 dias por semana.

(Não se trata de retórica: não é incomum jovens buscarem apoio devido ao alcoolismo ou violência dos pais, ou momentos de tensão pessoal; num caso extremo, um deles teve dois irmãos assassinados e passou semanas na casa até recobrar a segurança psicológica).

O trabalho foi dirigido sobretudo a jovens com necessidade de atenção personalizada, às vezes em razão de dificuldades pessoais ou de aprendizado, mas com freqüência em razão de talentos notáveis.

Não foi, assim, um trabalho de massa ou quantitativo, e sim qualitativo, visando a preparar multiplicadores - objetivo que vem se cumprindo, já que todos os jovens na liderança dos diversos grupos e projetos aqui mencionados passaram pela OCA.

Foram colocados à disposição desses jovens recursos físicos como

  • biblioteca e fonoteca substanciosas
  • computador com scanner e acesso à Internet
  • instrumentos musicais
    (violão, piano, guitarra, bateria, flautas doces
    – alguns trazidos pelos jovens mesmos)
  • algum equipamento fotográfico
  • cozinha
  • espaço para reuniões e ensaios

Aulas regulares ou eventuais, usando sempre um processo maiêutico de indução à reflexão autônoma, incluíram temas de História, de Língua Portuguesa e Literatura (especialmente leitura/interpretação e redação), de Filosofia, Inglês, Técnica Vocal e Corporal, Piano/teclado, Violão, Informática, acompanhamento psicopedagógico, excursões a exposições, espetáculos de música, dança e teatro bem como a ambientes naturais etc. Quando indicado e possível, foi também dado apoio para a realização de cursos fora da OCA.

O ponto decisivo de tal processo educativo não são porém as aulas, e sim a educação geral pelo convívio.

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Revista ViEla

Projeto de uma revista para jovens feita por jovens, a ser lançada através da Trópis edições. Teve como precursor o jornal informal (ou zine, se preferirem) Sedentos por Vida.

A revista já conta com razoável material em termos de textos, ilustrações, fotos etc. Seus planos caminham na direção da autossuficiência econômica, dependendo porém de patrocínio para os números iniciais. Nos últimos meses o projeto foi provisoriamente paralisado por exigência dos outros projetos, especialmente o Esquina Brasil, o Projeto Túlio e o Infraestrutura Trópis. A realização destes, sobretudo o último, criará condições para a retomada do projeto da Revista ViEla.

>>> A PERIFERIA É O CENTRO ! <<<

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Grupo Amor Ygual

um espaço independente para a reflexão séria sobre o amor entre pessoas de sexo igual em suas relações com a religião, a educação, os direitos humanos, etc., com apoio da Trópis.

Doces torturas...

Iniciativa de produção e venda de doces (bombons, bolos etc.) realizada por Elfride Maria Nuspl Rickli com adolescentes freqüentadores da OCA, como auxílio no angariar recursos para a continuidade das atividades.

Peça mais informações pelo fone (011) 5851-1158
ou e-mail
docestorturas@tropis.org

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Trópis edições

O nome Trópis é usado aqui por acordo com a ONG pela micro-empresa individual
Ralf Rickli Edições M.E.:
I.E. 115.396.652.116 ME, CGC 02.344.221/0001-02. Adotou-se a forma de empresa privada por ser a mais adequada à prática no momento, porém se trata na verdade de "terceiro setor", pois o lucro não é visto como um fim, mas como um meio para fins sociais.

O livro O Dia em que Túlio descobriu a África, que já teve uma edição-piloto pela Trópis, tem agora um projeto aprovado pela Lei Rouanet para uma edição de grande tiragem com eventos culturais em dez capitais. O projeto exposto em detalhe nas páginas que você acessa por este link: Projeto Túlio

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